quinta-feira, 29 de outubro de 2026

URGENTE! BOMBA NA SAÚDE DO MA - PROPINA E FRAUDES EM LICITAÇÕES MÉDICAS PARA TROCA DE EMPRESAS. DENÚNCIA CHEGA AO GABINETE DO MINISTRO DA JUSTIÇA, FLÁVIO DINO.


Marcello Duailibe, atual presidente da EMSERH, Ricardo Martins, diretor clínico da Emserh, estão entre os investigados . A pergunta que fica: o novo governador irá manter ACQUA e INVISA no governo ? e os investigados dentro da EMSERH ? 

A saúde do Maranhão que na gestão do ex-governador e atual ministro da justiça Flávio Dino, era tida como exemplo em todo Brasil, hoje a farra com o dinheiro da saúde está cada dia maior. Está ocorrendo além do pagamento de propina de 30% para pessoas ligadas ao altíssimo escalão do governo, fraudes em licitações médicas e trocas de serviços médicos sem a ocorrência de licitações. 

AS DENÚNCIAS CHEGARAM A ALEMA, POLÍCIA FEDERAL, TRIBUNAL DE JUSTIÇA E SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, NO GABINETE DO MINISTRO FLÁVIO DINO. 

Na EMSERH, o esquema é parecido com o que acontece no INVISA e no ACQUA, mas os operadores são diferentes. Na EMSERH a ousadia da quadrilha é maior, afinal, eles criaram empresas médicas pra  serem “donos” dos serviços. Lá também ocorre  a troca de empresas médicas sem nenhuma licitação, o que configura crime e Pena - detenção de 2 a 8 anos.  As trocas funcionam e acontecem onde querem os investigados. Esse é o ponto mais importante do esquema. Até empresas que tinham contratos vigentes com a EMSERH tiveram seus contratos suspensos para que as “novas” empresas entrassem. 

Os crimes tipificados são de peculato, formação de quadrilha e crime contra ordem financeira, fraude em licitações, desvio de dinheiro público, dentre outros crimes. As penas somadas podem chegar a mais de 20 anos de prisão. 

No instituto Invisa o “negócio” eh operacionalizado pelo senhor RAIMUNDO SILVA SANTOS JUNIOR, Gerente regional do instituto no estado do Maranhão.

As empresas que participam do esquema na EMSERH são: 

Razão Social: Instituto Florescer - inscrita no cnpj 49.168.176/0001-46, fundada em 30/12/2022,  tem como laranjas a senhora Paula Hallgren e como diretor técnico laranja o senhor Tálison Piancó. Essa empresa, segundo as investigações da polícia federal, pertence de fato ao senhor Ricardo Martins Castro, Diretor clínico da Emserh, que usa seu cargo e influência para promover as trocas e “ganhar” os serviços médicos e o recurso financeiro delas. O diretor é conhecido por ostentar um alto padrão de vida, com viagens extravagantes realizadas com o dinheiro da corrupção. 

A segunda empresa denunciada tem como Razão Social: Instituto Aliança Saúde - IAS - inscrita no cnpj , 49.201.709/0001-44, fundada em novembro de 2022, tem como dono o médico laranja Ítalo Campinho Braga de Araújo. Segundo as investigações, a empresa pertence de fato ao senhor Marcello Apolônio Duailibe, Presidente da EMSERH, que usa seu cargo para promover as trocas e o ganho dos serviços médicos sem licitação, ou seja, o presidente da Emserh e o diretor clínico são donos de serviços médicos e do esquema. As licitações na EMSERH só ocorrem com o aval do presidente Marcello. A empresa dele ja paga serviços de quase todas as especialidades médicas do estado. Sendo elas cirurgia geral, ortopedia, neurocirurgia, radiologia, anestesia, clínica médica e outras. 

Ainda conforme as investigações que corre em segredo de justiça, as últimas trocas foram realizadas em todos os hospitais do estado e em todas as cidades, sendo as principais nos hospitais de Pedreiras, São Luís, Barra do Corda, Chapadinha, Viana, Bacabal, Monção,  Barreirinhas, Grajaú, Presidente Dutra, dentre outras. O esquema de fraude é tido entre os investigados como “fácil” de ser realizado porque não há licitação nenhuma. Os processos licitatórios que estão ocorrendo no site da Emserh são apenas de faixada, e as licitações não evoluem, sem apresentar nenhum resultado final de empresa vencedora. 

A corrupção na secretaria de saúde do estado é tamanha que os hospitais estão todos sucateados, faltando comida, medicamentos, roupas cirúrgicas, exames de laboratório. Atrasos nos pagamentos de médicos e funcionários, além de fornecedores já é uma coisa corriqueira. A saúde até dezembro irá parar de funcionar no estado do Maranhão.

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